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Nos corredores da… Codigree

Há uns anos, um grupo de cinco amigos juntou-se com o objetivo de criar e gerir o blog de um deles, Paulo Rebelo, um dos mais reconhecidos traders de apostas portugueses, sendo ele próprio o grande impulsionador e investidor do projeto.
A estabilidade e segurança garantidas por Rebelo levaram a que, após dois anos de crescimento sustentável, surgisse a oportunidade de lançar o website www.academiadasapostas.com. Este projeto permitia, acima de tudo, entrar noutros mercados além do trading, mas sempre inserido no nicho das apostas desportivas, o core business da empresa.

A Codigree como hoje a conhecemos surgiu algum tempo depois, em 2015. A manutenção da Academia das Apostas passou para “segundo plano”, o website está bem implementado e as necessidades tecnológicas passam por atualizações regulares, abrindo portas para o desenvolvimento de outros projetos internos e produção de soluções e suportes para outras empresas.

Isto não só permitiu aumentar a motivação dos colaboradores devido à ocorrência de diferentes desafios, como também possibilitou aos colaboradores e à própria Codigree aproveitar o know-how obtido no outsourcing para melhorar os produtos e conteúdos internos.

 

Instalações & Recursos Humanos

Há exatamente dois anos era inaugurado o District Porto, um inovador centro empresarial instalado no coração da invicta, junto ao Teatro Nacional São João e à Praça da Batalha. Porém, os primeiros “inquilinos” do espaço já se haviam acomodado há uns meses naquelas instalações, incluindo a Codigree.

Segundo Rui Barbosa, responsável pelo setor de programação, e Joana Linhas, responsável pela estratégia de marketing e comunicação, a equipa da Codigree até “ajudou” a construir o District Offices & Lifestyle, uma vez que as obras de recuperação do edifício que data do século XVIII ainda não estavam totalmente terminadas quando lá se instalaram.

 

Aliás, mal nos deparamos com a fachada do edifício que acolhe empresas dos mais variados ramos de atividade, como a moda, design, imobiliário, entre outras, percebemos que há ali um misto de passado, presente e futuro. Ou seja, o estilo é neoclássico, mas o que ali se faz é focado no futuro e por empresas do futuro.

Por entre os corredores que misturam um teto completamente branco e paredes ocasionalmente ornamentadas com vistosos azulejos, chegamos aos escritórios da Codigree: uma equipa de 15 pessoas recebe os convidados com sorrisos bem abertos. Além da equipa que opera no “quartel-general”, a empresa conta ainda com dez produtores de conteúdos instalados em Viseu, Açores e no Brasil.

 

Porto Tech Hub

A entrada da Codigree na Associação Porto Tech Hub deu-se por sugestão de Joana Linhas aquando da sua chegada aos quadros da empresa, no final de 2016.

Dois anos depois, a Codigree vê como muito positiva a inclusão neste núcleo duro de empresas tecnológicas sediadas no Porto que, admitem, deve ser reconhecido e identificado como um hub de excelência para empresas nacional e internacionalmente conceituadas.

Para além deste maior reconhecimento do Porto enquanto hub tecnológico, o objetivo da Codigree enquanto associado PTH passa também pelo incremento da cooperação e pela troca de informações técnicas privilegiadas entre todos os associados, aproveitando o know-how dos colaboradores das diferentes empresas nas mais diversas áreas.

 

A relação da Codigree e, especialmente, de Rui Barbosa com outra das iniciativas a Associação PTH é bastante curiosa. Rui é licenciado em Engenharia Civil, mas adquiriu os conhecimentos e desenvolveu capacidades ao nível de programação no… programa SWitCH. Ao integrar a primeira turma do programa, o atual responsável pelo setor de programação da empresa visava garantir a existência de um membro da direção com conhecimentos suficientes de programação a fim de assumir responsabilidades e tomar decisões delicadas em projetos dessa área. Muito estudo e empenho levaram Rui a completar o curso do SWitCH com sucesso e, hoje, cerca de metade do seu dia é passado a programar.

O feedback bastante positivo acerca do programa de reconversão profissional da PTH levou a empresa a acolher também um estagiário da 1ª edição do SWitCH, algo que demonstra bem a confiança nas competências desenvolvidas pelos alunos ao longo do curso. Claro que, tal como afirma Rui Barbosa, empenho e dedicação são essenciais para ser bem-sucedido neste programa, já que este é só o ”pontapé de saída” para uma carreira na área.

 

 

11 February, 2019